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- 28/08/2025
Projetado com a experiência de pedalar completa em mente, o sistema de e-bike EP8 da SHIMANO entrega a força certa no momento certo para uma assistência ao pedal de forma natural. Isso torna fácil a transição para ciclistas que normalmente pedalam MTBs sem assistência e ciclistas mais novatos em geral. O projeto eficiente do sistema EP8 ajuda a manter a geometria de MTB padrão, e sua entrega de potência intuitiva oferece melhores características de dirigibilidade na trilha.
Robert Plumb, coordenador de demonstrações de e-bikes da SHIMANO para o centro dos EUA conhece e-MTBs de cabo a rabo, e sabe como tornar a primeira experiência com assistência ao pedal de qualquer um a melhor possível. A seguir, o Robert comenta algumas perguntas que as pessoas frequentemente fazem quando estão se preparando para levar sua primeira e-MTB SHIMANO para uma volta, juntamente com algumas dicas e truques para aproveitar ao máximo a experiência.
É um erro comum achar que todas as e-bikes andam por conta própria. Como o SHIMANO EP8 foi feito para realçar, mas mesmo assim preservar a sensação de pedalar natural de uma bike, as e-MTBs SHIMANO oferecem assistência ao pedal, sem um acelerador. A força que um motor produz está relacionada diretamente à força que o ciclista aplica nos pedais. Os motores SHIMANO EP8 acompanham até 500 watts de potência, com a entrega dependendo do modo de assistência.
O SHIMANO EP8 possui três modos de condução, ou assistência, principais: Eco, Trail e Boost. O Eco oferece assistência equivalente a 60% da força feita pelo ciclista, tornando-o ideal para navegar por estradas planas ou para longas pedaladas no campo, nas quais você vai querer preservar a carga da bateria para durar toda a pedalada. O modo Trilha oferece assistência igual a 100% da força do ciclista, sendo o modo que oferece a melhor combinação entre desempenho e autonomia para subidas e pedaladas em trilhas em geral. O Boost, que dá uma assistência de 300%, é idealmente reservado para aquelas escaladas técnicas íngremes, que exige um pouquinho de força extra para negociar.
O EP8 efetivamente possui um modo andar para terreno rochoso, solto e íngreme, que exigiria empurrar a bike, não importa a assistência. Esse ajuste oferece força suficiente apenas para levar o peso adicional da e-MTB através de obstáculos. Ele é fácil de ativar, bastando apenas apertar e manter apertado um botão da assistência.
O gerenciamento da bateria é uma consideração-chave das pedaladas com uma e-MTB, e diversos fatores determinam a autonomia total, inclusive o ambiente do ciclista, o terreno e o modo de assistência. Terreno montanhoso vai drenar a bateria mais rapidamente, devido à energia extra exigida nas subidas. O tempo frio também pode drenar a bateria mais rapidamente (como um telefone celular no meio do inverno). O peso do ciclista pode impactar na duração da bateria, já que um ciclista mais leve vai exigir menos energia para a mesma velocidade de subida do que um mais pesado.
O modo de assistência também determina até onde uma bateria pode ir. Como regra geral, é mais fácil pensar na autonomia da bateria em termos de elevação (subidas), já que são as escaladas que exigem o máximo de assistência do motor. Considere que uma bateria em modo Boost permitirá escalar 600 metros, em modo Trail 900 m e em modo Eco mais de 1.200 m
As e-MTBs são ferramentas incríveis para exploração, feitas para ir mais longe e encontrar novas experiências na trilha. Com essa autonomia estendida vem a responsabilidade de saber onde elas são permitidas, já que o acesso a e-MTBs não é igual ao dado a MTBs em alguns lugares.
O site PeopleForBikes e o aplicativo correspondente da organização, o RideSpot, são excelentes recursos para se saber quais trilhas estão abertas a bikes com pedal assistido. Além disso, sites como o Trailforks e MTB Project são periodicamente atualizados com informações. Fazer a referência cruzada de múltiplos sites ou aplicativos é a melhor maneira de assegurar que uma rota planejada seja totalmente acessível a uma e-MTB.
O carregador padrão de 4 ampères da SHIMANO leva de quatro a cinco horas para carregar totalmente uma bateria. Mas ela pode ser carregada até 80% da sua capacidade em apenas duas horas e meia. Os sistemas EP8 da SHIMANO utilizam um carregador inteligente, que desliga automaticamente quando a bateria esta cheia. Isso reduz riscos de incêndio e previne sobrecargas, que podem reduzir a vida útil da bateria.
Como um bom hábito, considere recarregar a bateria imediatamente após cada pedalada. Esse é um bom hábito que vai assegurar que a bike esteja pronta para uso da próxima vez que a trilha chamar. Para otimizar a carga da bateria, utilize o aplicativo SHIMANO E-TUBE e personalize diferentes perfis de pedalada para os vários tipos de pedalada. Configurações de economia de bateria são perfeitas para dias longos no campo, ao passo que um perfil de potência plena é ótimo para voltas lançadas de DH. Usar a entrega de potência máxima somente quando necessário aumentara a saúde e longevidade gerais da bateria.
O sistema EP8 gosta de ser pedalado em uma cadência de 70 a 90 RPM para dar ao motor sua saída mais eficaz. Os engenheiros da SHIMANO determinaram que essas são as RPMs mais comuns em que os ciclistas requerem assistência. Pedalar nessa faixa permite o melhor gerenciamento da bateria e desempenho geral, já que o sistema trabalha em condições operacionais otimizadas.
Além disso, mantenha a transmissão limpa! Corrente, cassete e/ou roldanas de câmbio sujas exigem mais assistência do motor, o que não apenas desgasta mais o mesmo, mas também pode desgastar os componentes da transmissão mais rapidamente. Isso vai garantir que o sistema EP8 ofereça assistência ao pedal otimizada pelo maior tempo possível.